Primeira Entrevista

Na última quarta-feira, 21, eu e Luana Mayara, uma amiga da faculdade, entrevistamos o jornalista Plínio Bortolotti. A entrevista aconteceu no jornal O Povo no período da tarde. Foi uma experiência única.

Objetivo da entrevista foi, através do relato de experiência do jornalista, conhecer um pouco do cenário jornalístico do estado do Ceará na época em que começou a trabalhar. A entrevista é uma das formas de avaliação da disciplina de História do Jornalismo Brasileiro.

Na ocasião, tivemos a oportunidade de conhecer a redação do jornal. A rotina é bem agitada. É informação a todo o momento. O jornal O Povo é um dos mais importantes do estado do Ceará.

Na entrevista, Plínio falou de suas experiências antes, durante e depois de sua vida acadêmica. Destacou sua atuação profissional e avaliou o cenário jornalístico atual. Expressou sua opinião em relação a uma questão bastante polêmica: a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista.

Plínio avaliou de forma satisfatória a entrevista. Ficamos contentes com o resultado, pois como somos estudantes do 2º semestre não sabemos muito. Além do mais, foi a nossa primeira entrevista de forma profissional. Eu havia feito algumas entrevistas, mas todas de maneira informal. Essa foi, de fato, a primeira entrevista formal com hora marcada que fiz.

A entrevista na íntegra foi entregue a professora para correção. Após sua avaliação, irei publicá-la aqui no blog para que possam conhecer um pouco mais sobre esse jornalista que passou por diversas funções e atuou em diferentes mídias.

Perfil
O jornalista Plínio Antônio Bortolotti é diretor institucional do grupo de comunicação O Povo. Formou-se pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (São Paulo) no ano de 1980 e especializou-se em Teoria da Comunicação e da Imagem pela Universidade Federal do Ceará em 1995. Atuou nos mais diversos cargos (repórter, editor, ombudsman) e mídias (impresso, rádio e web). Devido a sua influência no estado do Ceará, recebeu o título de Cidadão Cearense concedido pela Assembleia Legislativa em dezembro de 2010.