O tempo de espera chega ao fim

Esperamos por quatro domingos, referentes ao tempo do Advento, a vinda de Jesus Cristo. Eis que Ele veio, o Filho de Deus nasceu do ventre da jovem Maria em meio a uma manjedoura entre os animais. José, esposo de Maria, tentou providenciar o melhor lugar, mas não encontrou, pois era da vontade de Deus que Jesus nascesse onde nasceu.

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Jesus veio firmar a aliança entre o céu e a terra. Ele veio nos mostrar como devemos agir e como devemos viver. É possível, sim, seguirmos os seus passos, pois de sua divindade Ele se despojou e se revestiu de nossa humanidade para nos mostrar, com todo o seu amor, como sermos santos.

Deus nos ama tanto que deu seu Filho único para nos salvar e nos libertar da escravidão do pecado. O tempo de espera não foi um tempo ruim, foi um tempo de preparação. Essa preparação consistiu em um tempo de renovação da fé através da confissão, do jejum e da oração.

Muitas vezes esperamos pessoas ou coisas que são incertas, mas a espera por Jesus é diferente, pois Ele não demora, Ele vem nos socorrer e nos ajudar a compreender aquilo que Ele sonhou para as nossas vidas. Assim, foi esse tempo de espera. Uma espera ansiosa por Jesus, uma espera certa de que Ele viria.

E na certeza de sua vinda, com os nossos corações preparados pelos sacramentos para recebê-LO, nós o acolhemos em nossas vidas com muita alegria e cantando Glória a Deus nas alturas! Esse foi o momento mais esperado nesse tempo de advento. O momento em que nós glorificamos ao Senhor durante a Celebração Eucarística.

Que nós em resposta a tudo o que Deus fez, faz e fará em nossas vidas, possamos amá-LO mais do que a nós mesmos e ofertarmos aquilo que temos e aquilo que somos para juntos, como Igreja, estabelecermos o Reino de Deus na terra.

“Mas como posso fazer isso?” talvez esse seja o questionamento do seu coração neste momento. Jesus é tão maravilho, tão belo e tão perfeito que Ele mesmo nos ensina. Retomemos o início do texto: Jesus nasceu em uma manjedoura – local em que se colocava alimento no estábulo. Tal fato é de grande importância para que compreendamos que é o próprio Jesus que nos dá a graça de amá-LO. Jesus é o alimento de nossas almas. É a Ele a quem recorremos quando não sabemos o que fazer. Ele tem a resposta. Ele é a resposta.